Olá, Coiotemaníacos! De volta ao Eu.@forismos para desenvolver uma pequena ponderação que me ocorreu hoje, e assim evitar que esta charmosa homepage, em todo seu esplendor verde oliva, “desfaleça”.

Hoje no metrô de volta para casa, enquanto estava enconstado contra a porta de metal frio que estava a se fechar, um chiclete estrategicamente plantado na borracha, que se aproximava do poliuretano oposto, num vão cada vez mais cerrado pelo movimento de adeus e nunca mais do trem, me fez pensar. Que simples alegria deve ter gerado os finos, frágeis e ousados fios de doce criando arcos cada vez mais amplos, quando o pequeno algoz viu as portas se abrirem em suas magníficas mandíbulas!

Tão importante nos é o jogo! Um conceito maior em importância que a própria cultura – afinal, mesmo os animais jogam – fico pensando em até que extensão eu o procuro. Fato é que o único ato lúdico de hoje – um amigável tapinha nos joelhos – não era nada mais, na verdade, do que um pedido de resolução de uma problemática acadêmica e sua natureza me deixou desanimado. Certo estou também que o jogo, as pequenas brincadeiras, sejam elas um quebra pau homérico, ou uma bossa nova em sol com sétima maior, são responsáveis por fazer de duas de minhas amigas verdadeiras irmãzinhas. Será que a inexistência de sorrisos sujos de chocolate, rabiscos na carteira, tornariam as coisas diferentes? O jogo, nalgum caso, também seria uma integrante parte da palpável – e diria esmagadora – ilusão romântica?

Eu, sinceramente, não sei.