Vocês não odeiam quando o telefone toca e, esperançoso, aguardam a voz de alguma gatinha de esbeltas linhas esguias (e devo adicionar, ligeiramente curvilíneas), algum camarada com quem a conversa anda escassa, assim como as risadas e anedotas sujas, um marciano ou mesmo David Bowie, para apenas serem atingidos por um timbre asqueroso de mulher chata, de dedos possivelmente flácidos demais para teclar 331 ao invés de 361?!
Pois é!
E lá se foi a humanidade… em linhas telefônicas e ondas Hertzianas
“Abel Ferreira – Chorando Baixinho”